Com cenas captadas, sempre de cima, em lugares do mundo inteiro, o filme mostra a beleza da natureza e a destruição do homem. São imagens arrebatadoras e que podem ser vistas na integra na página Home Project. É imperdível. E se não acredita, dá só uma olhada no trailer.
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
O seu lar como você nunca viu
Com cenas captadas, sempre de cima, em lugares do mundo inteiro, o filme mostra a beleza da natureza e a destruição do homem. São imagens arrebatadoras e que podem ser vistas na integra na página Home Project. É imperdível. E se não acredita, dá só uma olhada no trailer.
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Como funcionam os servidores do Google e sua suposta pane no dia 14/05/2009
Para começar o Google opera várias centrais de dados no mundo inteiro, quando o serviço do google é solicitado, o endereço de IP do remetente é inspecionado e é fornecido o endereço da central de dados mais próxima. E é para lá que o browser envia a consulta.
Diferente da maioria das empresas, quando confrontadas com um imenso banco de dados, taxa de transmissão maciça e a necessidade de alta confiabilidade, compraria o equipamento maior, mais rápido e mais confiável existente no mercado. O google fez exatamente o oposto. Comprou PCs baratos, de desempenho modesto. Muitos deles. E, com eles, montou o maior cluster de prateleira do mundo (consiste em centenas de milhares de PCs conectadas por uma placa de rede). O princípio diretor dessa decisão foi simples: otimizar preço/desempenho.
A lógica que fundamentou essa decisão está na economia: PCs normais são muito baratos. Servidores de alta tecnologia não são e grandes multiprocessadores, menos ainda. Assim, enquanto um servidor de alta tecnologia pudesse ter duas ou três vezes o desempenho de um PC de mesa médio, normalmente seu preço seria de 5 a 10 vezes mais alto, o que não é eficiente em termos de custo.
Claro que PCs baratos falham mais do que servidores de topo de linha, mas os últimos também falham, portanto o software do Google tinha de ser projetado para funcionar com hardware que falhava, não importando qual equipamento estivesse usando. Uma vez escrito o software tolerante a falhas, na verdade não importava que a taxa fosse de 0,5% por ano ou 2% por ano, elas teriam de ser tratadas. A experiência do Google diz que cerca de 2% dos PCs falham por ano. Mais da metade das falhas se deve a discos defeituosos, seguidos por fontes de energia e chips RAM. Uma vez construídas, as CPUs nunca falham. Na verdade, a maior fonte de quedas não é o hardware é o software. A primeira reação a uma queda é apenas reinicializar, o que muitas vezes resolve o problema.

Um típico PC moderno da Google consiste em um Pentium de 2Ghz, 512 MB de RAM e um disco de cerca de 80GB, o tipo de máquina que uma avó compraria para verificar ocasionalmente seu e-mail. O único item especializado é um chip Ethernet. Uma típica central de dados utiliza uma fibra ótica OC-48 de alta largura de banda de entrada que é roteada para cada um dos comutadores Ethernet.
O Google aprendeu três coisas sobre executar servidores Web maciços que é bom repetir:
1. Componentes falham, portanto planeje a falha.
2. Duplique tudo para manter a vazão e a disponibilidade
3. Otimize preço/desempenho.
Nesta quinta feira, 14/05/2009, uma pane generalizada, oficialmente causada nos servidores da China, Austrália e França, atigiu os servidores do Google. Oficialmente, o Google Brasil não sabe dizer se a pane atingiu os brasileiros.
"A questão afetando alguns serviços do Google foi resolvida. Lamentamos pela inconveniência e divulgaremos mais detalhes em breve", afirma nota divulgada pelo buscador. O vice-presidente sênior de operações, Urs Hoelzle, afirmou que a instabilidade foi causada por um congestionamento de tráfego em roteadores na Ásia após o Google começar a redirecionar usuários de seus serviços pela região por um erro na rede.
"Como resultado, cerca de 14% dos nossos usuários experimentaram lentidões ou mesmo interrupções de serviços. Sentimos pelo que aconteceu e você pode ter certeza de que trabalharemos ainda mais forte para garantir que problemas similares não aconteçam de novo", afirma o post no blog oficial do Google.
Os problemas foram resolvidos, em breve serão divulgados maiores detalhes sobre a verdadeira causa da falha neste, que é sem dúvida, um exemplo de criatividade e eficiência em se tratando de custo/benefício.
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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Como nasce um produto
Revista EXAME 19.03.2009 por Daniel Hessel Teich:
A quebra do banco Lehman Brothers, em setembro, provocou uma apreensão fora do comum na torre E do Centro Empresarial de São Paulo, na zona sul da capital paulista. É lá que fica a sede brasileira da gigante de produtos de consumo americana Procter&Gamble, maior anunciante do mundo, dona de um faturamento de 83 bilhões de dólares e um portfólio de 300 itens, que vão de alimentos a produtos de higiene pessoal e limpeza doméstica. Não que a quebra do banco e a sucessão de acontecimentos catastróficos que se seguiriam tivessem impacto imediato sobre os negócios da empresa no Brasil. O que se temia era que o derretimento da economia dos Estados Unidos pudesse arrastar para o buraco um projeto cuidadosamente montado pela filial desde março de 2006. No momento em que se deu o colapso financeiro americano, a P&G do Brasil dava os retoques finais para lançar em grande escala seu primeiro creme dental no país, um passo mais ousado e complexo do que a simplicidade do produto faz parecer. Com o agravamento da crise, o presidente da P&G no Brasil, o egípcio Tarek Farahat, procurou o presidente mundial da companhia, Alan G. Lafley. "A empresa não costuma cancelar lançamentos, mas a situação era fora do comum", disse Farahat a EXAME. "Lafley, porém, deixou claro que não mudaríamos absolutamente nada em nossa estratégia. Os investimentos previstos estavam mantidos, seja no lançamento, seja na construção de uma nova fábrica em Alagoas." Numa visita relâmpago à sede da operação em São Paulo, no dia 20 de janeiro deste ano, Lafley voltou a reiterar sua confiança no projeto a um grupo de funcionários reunidos no auditório da empresa. Com a bênção do presidente mundial, o lançamento, cujos principais passos foram acompanhados por EXAME nos últimos quatro meses, seguiu como o planejado. No começo de abril, o creme dental da Procter deve chegar ao mercado nacional com a marca Oral-B Pro-Saúde.
É fácil entender o motivo por trás da apreensão dos executivos da P&G. Um lançamento bem-sucedido pode mudar a dimensão de um negócio. A Apple ressurgiu das cinzas graças ao fenômeno iPod, aparelho que mesmerizou os consumidores desde o momento em que surgiu pela primeira vez. A Coca-Cola injetou ânimo novo em sua velha marca com a Coca-Cola Zero, produto que imediatamente se tornou um fenômeno de vendas e teve impacto direto no aumento da lucratividade global da empresa. Depois que entraram para o panteão do consumo global, o iPod e a Coca Zero parecem casos que estavam, desde o princípio, destinados ao estrelato. Evidentemente, não é assim que um lançamento funciona. Ambos, como seus resultados mostraram, tinham, de fato, potencial para estourar. Mas como eles surgiram? Que tipo de aperfeiçoamento foi necessário para que despertassem o desejo nos consumidores? Que estratégias de marketing foram utilizadas? "Ter em mãos um bom produto é apenas parte de um amplo processo", diz Jay Desai, ex-executivo da área de inovação da GE e presidente da consultoria americana Institute of Global Competitiveness.
As etapas são várias e, muitas vezes, começam bem antes da concepção do produto em si (veja quadro). A Procter&Gamble, por exemplo, aproveita a condição de uma das maiores máquinas de inovação do mundo, com 27 000 patentes registradas, para impulsionar sua produção de lançamentos. O novo creme dental que será lançado no Brasil reuniu 25 dessas patentes, invenções como uma substância que elimina as bactérias da boca e outra que reduz manchas nos dentes. O período de estudos para a execução de um projeto dessa envergadura é longo. Apenas em pesquisas, o produto consumiu 12 anos e foi alvo de mais de 30 estudos científicos. Lançado nos Estados Unidos em 2006, com o nome de Crest Pro-Health, permitiu à marca Crest - uma das mais tradicionais da P&G - reconquistar a liderança de mercado, perdida dez anos antes para a também americana Colgate. Só em marketing, a introdução da Crest Pro-Health nos Estados Unidos consumiu 100 milhões de dólares, transformando-se no maior lançamento de uma pasta de dentes da história. Seria possível até esperar que, com um retrospecto desse porte, a P&G simplesmente mandasse as caixas de pastas de dentes para os supermercados brasileiros e começasse a vender seu produto.
Não foi o que aconteceu. Para lançar seu novo creme dental no Brasil, a empresa praticamente refez todo o caminho que a matriz já havia trilhado anos antes no mercado americano. Entre março de 2006 e fevereiro de 2009 - portanto durante quase três anos de trabalho -, a P&G brasileira realizou 15 diferentes pesquisas de mercado, ouvindo 5 200 consumidores, número quatro vezes maior do que o habitual em lançamentos de produto. Nas pesquisas, foram testados desde os hábitos de escovação dos brasileiros até a preferência por sabores - entre a gama de produtos da empresa há variedades como anis, canela, laranja, limão e até mesmo maracujá e açaí, sabores que o brasileiro estranhou. A embalagem também foi submetida à aprovação dos consumidores, sendo avaliada em testes sofisticados, como o eye tracking. Por meio dessa tecnologia, os designers da empresa se valeram de uma tela de computador capaz de registrar o movimento dos olhos dos consumidores pelo produto e, com isso, detectaram os pontos que mais chamavam a atenção das pessoas (como a reação às cores, ao tamanho das letras e às ilustrações na caixa de papelão). Até a decisão pelo modelo final, foram testadas 44 embalagens diferentes.
Por que tanto empenho no lançamento de um único produto, em algo tão simples quanto um creme dental? Do sucesso da iniciativa depende muito a expansão da P&G no Brasil. Sua missão é funcionar como uma alavanca para a área de produtos de higiene bucal da companhia no país, um mercado estimado em 3,2 bilhões de reais por ano. Hoje, a Procter detém 21% do mercado de higiene bucal no mundo, liderando em países como Estados Unidos, Canadá, Itália e Alemanha. Sua participação no Brasil, porém, é de coadjuvante. A Procter está presente apenas no mercado de escovas de dentes, enxaguatórios e fio dental - segmentos que representam cerca de 40% do total da área de higiene bucal. Com o novo produto, a empresa entra na fatia mais robusta do mercado, com vendas anuais estimadas em 1,9 bilhão de reais. Para a Procter, o Brasil é um mercado fundamental, pois se trata do segundo maior das Américas, perdendo apenas para os Estados Unidos. Também é um dos que mais crescem no mundo, ao ritmo de 3% ao ano em cremes dentais e 8% em escovas. Segundo cálculos dos executivos da P&G, cada ponto percentual de participação de mercado que a nova pasta de dentes conquistar nos próximos meses representará um crescimento de 10% em seu negócio de higiene bucal. Ganhar espaço nesse setor, porém, é uma tarefa especialmente complexa. Com o lançamento da nova Oral-B, a P&G baterá de frente com as líderes históricas de mercado - a Colgate-Palmolive, dona das marcas Colgate e Sorriso, que concentram juntas 60% de participação, e a anglo-holandesa Unilever, dona da marca Close Up.
A reação dos concorrentes é um dos maiores riscos que um novo produto pode enfrentar - principalmente quando esses concorrentes concentram parcela tão significativa das vendas. Na tentativa de evitar um contra-ataque agressivo, a P&G prepara uma chegada discreta. No princípio, seu produto será distribuído em 35 000 pontos-de-vendas considerados estratégicos, de um total de 350 000. Apesar de já ter comerciais de TV gravados com o novo produto, a P&G não deve realizar campanhas publicitárias de massa em um primeiro momento. O marketing se concentrará na distribuição de amostras grátis em consultórios dentários e no lançamento de pacotes promocionais, nos quais o creme dental será distribuído como brinde na venda de outros itens da linha Oral-B. Ao todo, está prevista a distribuição de 4 milhões de amostras grátis em consultórios dentários, enquanto outros 3 milhões de tubos serão distribuídos como brinde. As duas iniciativas são o que os profissionais de marketing chamam de ferramentas de experimentação. "O principal objetivo do lançamento é despertar a atenção do consumidor e levá-lo a testar rapidamente o produto", diz Farahat. "Nossas pesquisas mostram que o consumidor que testa o nosso produto tende a adotá-lo como marca preferencial."
A estratégia de lançamento da nova Oral-B no Brasil é uma clara demonstração de como uma empresa do porte da P&G tira proveito de seu processo de globalização - mesmo em períodos de crise econômica. Com quatro fábricas instaladas no país, a P&G não produzirá um grama sequer do produto no Brasil. As quatro versões da pasta, divididas por faixas de preço, serão importadas. O principal produto da linha, o creme dental Oral-B Pro-Saúde, com preço de cerca de 4 reais, tem fórmula idêntica à Crest Pro-Health, o creme dental que garantiu à empresa a liderança de mercado nos Estados Unidos. Por questões de escala de produção e logística, o produto não virá da matriz, mas sim da fábrica da empresa na Alemanha, país onde é vendido com a marca de Blend-A-Med. As versões mais populares serão produzidas no México. Como era de esperar, a montagem desse mix criou alguns imprevistos. No final do ano passado, às vésperas do lançamento, percebeu-se que as caixas trazidas da Alemanha eram menores que o padrão brasileiro. Se fossem mantidas no formato original, corriam o risco de desaparecer nas prateleiras dos supermercados. Já as mexicanas tinham o tamanho semelhante às usadas no país. A solução encontrada foi encomendar novas caixas à filial do México, trazê-las desmontadas e organizar uma trabalhosa operação de reembalagem nas fábricas e nos centros de distribuição da P&G no Brasil.
A globalização, porém, para por aí. Ao contrário do que acontece em outras grandes empresas mundiais, com suas marcas e campanhas de marketing padrão, os executivos da P&G concluíram que adaptações ao mercado local seriam determinantes para o sucesso. A começar pelo nome do novo produto. A marca Crest existe nos Estados Unidos desde a década de 50. Lá é tão reconhecida como a Pringles, das batatas fritas, ou a Tide, que batiza o mais vendido sabão em pó do mercado americano. Ao lançar aqui suas fraldas, na década de 90, a Procter não hesitou em usar sua principal marca, Pampers. Fez o mesmo com o sabão Ariel, outro de seus logotipos globais. Por que não fazer o mesmo com a Crest? Por uma questão de tempo, de conveniência e de risco. A Oral-B, marca herdada com a compra mundial da Gillette, tem uma história de mais de 30 anos no Brasil. Batiza uma linha de escovas líder de mercado, com 27% de participação. "Pensamos em usar o nome Crest, mas percebemos que não havia apelo de massa no Brasil", diz César Benitez, diretor de pesquisa de mercado da P&G no Brasil.
O lançamento da pasta de dentes da Crest é um exemplo da complexidade alcançada pelas estratégias de marketing das grandes companhias. Tal sofisticação, porém, não é garantia de sucesso. O índice de fracasso em lançamentos é elevadíssimo. Segundo estatísticas da McDonough School of Business, da Universidade Georgetown, um em cada três lançamentos realizados no mercado americano fracassa. A mesma pesquisa mostra que, em média, 46% dos recursos aplicados em desenvolvimento e comercialização de novos produtos não alcançam o retorno esperado. Realizado em 2007, o lançamento do sistema operacional Windows Vista, da Microsoft, já se transformou num desses antiexemplos. Depois de dois anos de atraso e mais de 7 bilhões de dólares em investimentos, o Vista chegou ao mercado em meio a uma gigantesca operação de marketing, aquilo que o presidente da empresa, Steve Ballmer, definiu como o maior lançamento na história da Microsoft. Quando os primeiros compradores instalaram o software em suas máquinas e os problemas começaram a surgir, a classificação de Ballmer tornou-se uma piada. O Vista travava, era lento e apresentava problemas de compatibilidade com outros equipamentos, como impressoras. (Uma prova de que não há pirotecnia que salve um produto com problemas de concepção.) Surpreendida, a Microsoft realizou uma série de correções, mas o Vista já estava condenado. A empresa terá a chance de se redimir perante o mercado em 2010, quando deverá ocorrer o lançamento do Windows 7. Diante das armadilhas presentes no caminho de um lançamento, Farahat, o presidente da P&G do Brasil, tem revisado cada passo de sua estratégia. Nos últimos dias, adotou um mantra em meio à pressão provocada pela estreia da nova Oral-B. "O diabo está nos detalhes", costuma dizer. O difícil, em momentos como este, é saber em qual detalhe o demônio pode estar escondido.
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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009
Europeus fazem simulação de 'tráfego intenso' de satélites no espaço
As imagens impressionam. São parte de uma simulação da ESA (Agência Espacial Européia) para mostrar onde estão os mais de 12 mil satélites artificiais da Terra, colocados em órbita por foguetes nos últimos 50 anos. Olhando para elas, fica mais fácil entender como, apesar de todo o esforço de rastreio feito por agências espaciais ao redor do mundo, dois satélites, um russo e um americano, colidiram no espaço, sobre a Sibéria.Nas imagens, há um exagero, claro: os satélites na verdade são bem menores do que parecem na simulação, em comparação com o tamanho da Terra. Por isso, ao tirar fotos de nosso planeta, as sondas espaciais não revelam a montanha de metal, lixo e painéis fotovoltaicos que gira o tempo todo sobre nossas cabeças. Ainda assim, está tudo lá.
As preocupações de segurança são maiores para missões tripuladas. Em caso de uma colisão de algum desses satélites com a Estação Espacial Internacional, é improvável que os tripulantes do complexo orbital pudessem sobreviver. Daí a necessidade de monitorar de perto tudo que é colocado em órbita da Terra.
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Dispositivos móveis saem ilesos de competição de quebra de segurança
Os navegadores Internet Explorer, Firefox e Safari foram comprometidos já no primeiro dia. Um pesquisador alemão que se identificou apenas como “Nils” conseguiu quebrar a segurança dos três navegadores. Antes dele, Charles Miller havia obtido acesso ao computador com Safari, tornando o navegador da Apple o único que foi atacado com sucesso duas vezes. O navegador Opera não participou da competição.
Os dispositivos móveis sofreram poucas tentativas de ataque, e as poucas não tiveram sucesso. Segundo a TippingPoint, cujo programa Zero Day Initiative (ZDI) patrocina o evento, a edição do ano que vem contará novamente com dispositivos móveis, porém os modelos exatos a serem usados serão divulgados com mais antecedência, para permitir que os interessados testem seus códigos antes de ir na competição, onde cada um tem apenas 30 minutos.
Fonte: G1
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008
Mensagens SMS enviadas ao espaço
Os recados são enviados por ondas de rádio usando um satélite da British Telecom, e a esperança é que alienígenas possam descobrir e fazer contato com a Terra.
O serviço é oferecido gratuitamente, porém, se você quiser o seu certificado de envio de mensagem extra-terrestre deve pagar o equivalente a 36 reais.
Além disso o sentforever oferece também atualizações por e-mail para que o remetente acompanhe a distância percorrida pela mensagem. O site garante que, mesmo que as ondas de rádio enfraqueçam ao longo do tempo, as mensagens viajarão pela eternidade.
Besteirou ou não, este serviço nos mostra que cada vez mais a humanidade vem se utilizando das tecnologias em busca de vida extra-terrestre, ao meu ver, este e qualquer assunto relacionado ao espaço e vida extra-terrestre pode ser considerado no mínimo interessante.
Fonte: Hackeando o planeta
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
Internet Interplanetária
Já imaginou teclar aí do seu desktop com alguem de outro planeta?Não?
Por incrível que pareça no ultimo mês a NASA e a Google realizaram os primeiros testes da internet espacial. Mas o objetivo dela não é tão fantasioso quanto o do início do post, e sim, para acelerar a comunicação entre a NASA e suas sondas.
A Internet Interplanetária, como a NASA está chamando a nova rede de comunicações espaciais, deverá ser robusta o suficiente para lidar com longos delays nas transmissões, interrupções bruscas e desconexões.
Além da distância entre as sondas espaciais, e entre elas e a Terra, a comunicação é perdida quando uma sonda entra atrás de um planeta ou quando tempestades solares atrapalham a transmissão de dados no espaço. O delay de uma comunicação com Marte, por exemplo, com os sinais digitais viajando à velocidade da luz, é de 20 minutos.
Os engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato utilizaram uma tecnologia chamada DTN ("Disruption-Tolerant Networking") para transmitir pacotes de imagens entre a Terra e uma sonda espacial localizada a 20 milhões de quilômetros no espaço.
Ao contrário do TCP/IP, o DTN não pressupõe uma conexão contínua entre dois computadores. Se o destino não for encontrado, ou se a rota para não puder ser identificada, o pacote não é descartado.
Cada nó, ou computador, da Internet Interplanetária mantém a informação pelo tempo que for necessário, até que ele possa se comunicar de forma segura com o próximo nó. Isto garante que não haverá perdas nos dados mesmo com as mais adversas situações encontradas no espaço.
Este primeiro teste, com um mês de duração, deverá ser seguido por vários outros para qualificar a tecnologia para que a Internet Interplanetária possa ser usada de fato nas futuras missões espaciais.
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
USB 3.0
Nos dias atuais é difícil encontrar alguém que não esteja familiarizado com a sigla USB, ou barramento universal serial. Computadores, notebooks, celulares, câmeras digitais e impressoras, todos trazem o conector que facilita – e muito – a vida de quem trabalha com arquivos eletrônicos. Por se tratar de um recurso muito útil, essa tecnologia evoluiu e a indústria já está trabalhando na versão 3.0, que é dez vezes mais rápida e promete redução no consumo de energia.Depois de muita especulação, o USB 3.0 (ou SuperSpeed USB), teve suas especificações finalizadas e apresentadas oficialmente pelo "USB Promoter Group".
Com o padrão 3.0, a troca de dados pode ser até dez vezes mais rápida que o padrão atual, ou seja, pode atingir até 4.8Gbps. Isso significa que para transferir um arquivo de 27GB, seu computador levará cerca de 70 segundos, enquanto levaria 15 minutos ou mais no padrão 2.0.
Lembre-se que você só será capaz de aproveitar toda velocidade de transmissão se seu disco rígido conseguir gravar a informação com essa rapidez. Discos SSD (Solid-state disc) podem se beneficiar mais do que os tradicionais HDs. Isso em razão de eles gravarem os arquivos em chips, enquanto os demais ficam limitados pela sua velocidade de rotação de seus discos.
Os conectores USB não facilitarão apenas a transferência de dados para equipamentos portáteis, mas também recarregarão aqueles que necessitem de energia. Com o crescimento do número de dispositivos móveis que usam a porta USB (celulares, MP3 players, câmeras digitais, etc.) para recarregar suas baterias, a potência do conector foi elevada de 100 para 900 miliampéres. Com isso você poderá fornecer energia para mais dispositivos simultaneamente, através de um hub
Quanto à compatibilidade, será apenas com a versão anterior (2.0), mas não funcionará com os modelos 1.0 (venhamos e convenhamos, já são 12 anos desde o seu lançamento).
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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Alaris 30: Uma impressora 3D que dá forma aos objetos
Desde o dia da criação das impressoras até hoje muitas atividades do dia-a-dia de profissionais de diversas áreas foi simplificado. O que antes era manuscrito ou dactilografado passou a ser impresso economizando muito tempo e dinheiro.Profissionais da área de engenharia, por exemplo, antes tinham de desenhar manualmente seus projetos o que hoje em dia pode ser feito com tamanha facilidade por softwares como o Autocad e impressos de forma rápida e segura, pois podem ser totalmente revisados antes de da sua impressão final.
Esse processo corriqueiro irá se modificar em breve. O mesmo projeto antes impresso em folhas, agora será impresso em plástico, como uma maquete, o que economizará tempo e trará cada vez mais comodidade ao projetista.
As impressoras 3D montam um objeto a partir de uma disposição de partículas de um material, assim como impressoras tradicionais criam imagens a partir dos pontos. Elas constroem modelos em uma pilha de camadas muito finas, cada uma criada por um líquido ou um plástico em pó que pode ser solidificado em pequenos pontos por calor, luz ou elementos químicos precisamente aplicados.

Um exemplo desses equipamentos, é a nova impressora 3D de mesa Alaris 30, da Objet. Ela não é muito maior que um combo comum de impressora/scanner, funciona com uma tomada comum, conecta-se a qualquer rede de escritório e vem com drivers e software simples que permitem o envio de arquivos CAD produzidos a partir de modelos de plástico com dimensões de até 29,39 x 19,61 x 14,99 centímetros. O preço do periférico não foi anunciado ainda.
Universidades e colégios a utilizam para aulas de design, médicos imprimem modelos para ajudar em cirurgias complexas, arquitetos imprimem maquetes tridimensionais de seus designs. A tecnologia foi até utilizada para construir um mapa topográfico de Nova Orleans, ajudando na reconstrução da cidade.
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
Hardcore Computer lança o Reactor Gaming PC
Todo mundo conhece os cases resfriados a água, mas o Reactor da Hardcore Computer leva este conceito muito além, com seu sistema de resfriamento por submersão em um liquido especial (obviamente dielétrico) mantém os componentes como processador e placas gráficas funcionando em temperaturas extremamente baixas, permitindo que você jogue o quanto quiser sem se preocupar com o super aquecimento dos seus equipamentos.
Por exemplo a seguinte configuração custa $11.741,00
* Intel Core 2 Extreme QX9770
* 4GB—2 2GB DDR3 modules
* NVIDIA GeForce GTX 280
* 3 NVIDIA GeForce GTX 280s in SLI
* 3 Samsung 64GB SSDs in RAID 0
* 2 Samsung 1TB drives in RAID 0
* Panasonic Blu-ray burner
* Windows Vista Ultimate 64-bit
* 802.11a/b/g/n wireless adapter
* Samsung 245BW 24" LCD (2)
* Logitech G11
* Logitech G9
* Creative GigaWorks G550W 5.1
* Creative Aurvana Live!
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